As imagens acima mostram cenas da personagem Griselda na novela Fina Estampa, porém, as mesmas não deixam de estar relacionadas ao cotidiano das mulheres do século XXI.
Encontramos muitos preconceitos com o gênero feminino ao realizar certos tipos de trabalho, como por exemplo: na profissão de mecânica, gari, eletricista, pedreira, entre outros. Sabemos que elas tem a capacidade de atuar em todas as áreas, sejam elas quais forem. Como seguidor desse blog, você acredita que a mulher seja menos eficiente que o homem nessas profissões?
"Segundo a Organização Internacional do Trabalho a discriminação das mulheres no mercado de trabalho ainda é uma realidade e, que se agrava num país como o Brasil onde o número de mulheres chefes de família aumenta a cada ano. A senadora Ana Rita PT/ES fala sobre dois projetos de sua autoria que buscam apoiar às mulheres chefes de família".
A entrevista abaixo apresenta três mulheres de diferentes gerações falando de como foi e é ser mulher em Bom Jesus do Norte/ES. No que tange ao mercado de trabalho; escolaridade e participação pública.
As Hierarquias Sociais constituem-se um dos temas fundadores das Ciências na Filosofia Moral esses estudos sempre foram associados aos privilégios e ao sentimento de Ascensão Social
De Marx a Max Weber, dentre outros, essa problemática é fundamental. No Brasil, as questões do preconceito e da discriminação estão implicados na associação entre a raça e classe.
O conceito de classe só tem sentido quando a teoria geral do funcionamento é o capitalismo.
A proposta é discutir, a perspectiva da Sociologia, a construção da intersecção das categorias gênero, classe e raça e entender como as diferenças sociais são estruturadas por hierarquias raciais.
Lembremos que a temática das hierarquias sociais está relacionada à distribuição de poder na sociedade. A classe social decorreria da posse de determinados bens que tem importância decisiva na esfera do mercado. Existem situações em que o critério de pertencimento ao grupo é a ascensão e o prestígio social.
Tomamos como base desse estudo em nossa região onde não se faz diferente do país e do mundo, as classes sociais são separadas por poder aquisitivo é uma verdadeira discriminação para as classes menos favorecidas.
As aquisições de bens levam pessoas a se tornarem aceitas na sociedade e se destacarem com nomes e sobrenomes. As classes menos favorecidas encontram dificuldades no convívio social refletindo no seu jeito simples de viver onde o lucro é substituído por salário para a classe de operários.
Após a vizualização da reportagem, fica mais fácil perceber a divisão social, pois o vídeo destaca os conflitos e as conquistas vivenciadas por 3 gerações diferentes.
A unidade II do Módulo II deixa claro no texto nº 05 que a religião possui papel preponderante sobre a questão de gênero. O texto demonstra segundo a visão da historiadora Iníridas Morales, que durante o século XVIII a Igreja Católica, no intuito de subordinar as mulheres à ordem patriarcal vigente, sobretudo as escravas negras, estabeleceu o arquétipo de Maria como modelo a ser seguido, em detrimento da imagem de Eva.
Mulher orando à lareira de José de Almeida e Silva
Há vários debates em torno desse assunto. Podemos, por exemplo, analisar o livro de Sandra Duarte de Souza datado do ano de 2007, intitulado “Gênero e Religião no Brasil: Ensaios Feministas”, no qual pesquisadoras brasileiras analisam a relação de gênero e religião a partir de diversas áreas do conhecimento. Clique aqui para acessar o fichamento.
No site scielo.br, há um texto científico denominado “Revista Mandrágora: gênero e religião nos estudos feministas”, que aborda de forma sistemática os questionamentos latentes sobre a intrínseca ligação entre a questão de gênero e religião sob autoria de Sandra Duarte de Souza.
Na internet há um vídeo (clique aqui), no qual a palestrante Valéria Melki Busin, Psicóloga, explana o tema violência simbólica correlacionando com a questão de gênero, diversidade sexual e raça/ etnia com a religião.
Devemos analisar criticamente todas as imposições advindas de instituições sedentas por dominação e poder. Devemos estar conscientes quanto à necessidade de lutar por nossos direitos, enquanto seres cognitivos, pois possuímos a capacidade de galgar conquistas importantes para avançar sobre o inteligível, ou seja, sobre a questão de gênero e raça/etnia.
A entrevista audiovisual que segue abaixo nos foi concedida por Markus Passalini, homossexual residente no município de Bom Jesus do Norte/ES. E que nos apresenta um pouco das dificuldades em se ter ou criar um movimento LGBT nas cidades interiorana, como é o caso de Bom Jesus do Norte.
Fonte: Grupo 04 Bom Jesus do Norte.
Considera-se sexualidade as diversas formas, jeitos, maneiras que as pessoas buscam para obter ou expressar prazer, é basicamente a busca do prazer humano em suas diversas formas. A ideia de prazer irá variar de pessoa para pessoa, levando em conta a realidade de cada indivíduo. Quando uma pessoa está sentindo prazer, ela está vivenciando a sua sexualidade, um dos aspectos da sexualidade humana está relacionado à sua orientação sexual, ela diz respeito à atração que se sente por outros indivíduos, envolvendo questões sentimentais, e não somente sexuais. Atualmente usamos o termo homoafetividade para compreender e denominar as relações existentes entre pessoas do mesmo sexo. A busca pela identidade sexual quando se refere a homossexuais ainda é tema de muito preconceito, pois esta opção foge aos padrões estabelecidos pela sociedade, daí a dificuldade para que as pessoas que vivenciam esta orientação sexual tenham concretude em seus movimentos reivindicatórios, como afirma o Sr. Markus Passalini em sua entrevista. Estamos numa sociedade imbuída de preconceitos, o que dificulta a solidificação do movimento.