sábado, 27 de agosto de 2011

A ficção se torna realidade ou a realidade se torna ficção?


As imagens acima mostram cenas da personagem Griselda na novela Fina Estampa, porém, as mesmas não deixam de estar relacionadas ao cotidiano das mulheres do século XXI.
Encontramos muitos preconceitos com o gênero feminino ao realizar certos tipos de trabalho, como por exemplo: na profissão de mecânica, gari, eletricista, pedreira, entre outros. Sabemos que elas tem a capacidade de atuar em todas as áreas, sejam elas quais forem. Como seguidor desse blog, você acredita que a mulher seja menos eficiente que o homem nessas profissões?

Políticas Públicas para a Mulher Chefe de Família no Mercado de Trabalho: O Debate no Senado Federal

"Segundo a Organização Internacional do Trabalho a discriminação das mulheres no mercado de trabalho ainda é uma realidade e, que se agrava num país como o Brasil onde o número de mulheres chefes de família aumenta a cada ano. A senadora Ana Rita PT/ES fala sobre dois projetos de sua autoria que buscam apoiar às mulheres chefes de família".

Clique aqui http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?ind_click=7&txt_titulo_menu=Argumento&IND_ACESSO=S&IND_PROGRAMA=S&COD_PROGRAMA=8&COD_MIDIA=121504&COD_VIDEO=116142&ORDEM=0&QUERY=&pagina=3 e você encontrará todo o debate acerca dos projetos e as possíveis transformações em leis, originando-se em Políticas Públicas voltadas ao gênero feminino dentro do mercado de trabalho.

HIERARQUIA DE GÊNERO: Entrevistando gerações distintas...

A entrevista abaixo apresenta três mulheres de diferentes gerações falando de como foi e é ser mulher em Bom Jesus do Norte/ES. No que tange ao mercado de trabalho; escolaridade e participação pública.
                                             Fonte: Grupo 04 de Bom Jesus do Norte.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

HIERARQUIA SOCIAL: você percebe ou não?

As Hierarquias Sociais constituem-se um dos temas fundadores das Ciências na Filosofia Moral esses estudos sempre foram associados aos privilégios e ao sentimento de Ascensão Social
De Marx a Max Weber, dentre outros, essa problemática é fundamental. No Brasil, as questões do preconceito e da discriminação estão implicados na associação entre a raça e classe.
O conceito de classe só tem sentido quando a teoria geral do funcionamento é o capitalismo.
A proposta é discutir, a perspectiva da Sociologia, a construção da intersecção das categorias gênero, classe e raça e entender como as diferenças sociais são estruturadas por hierarquias raciais.
Lembremos que a temática das hierarquias sociais está relacionada à distribuição de poder na sociedade. A classe social decorreria da posse de determinados bens que tem importância decisiva na esfera do mercado. Existem situações em que o critério de pertencimento ao grupo é a ascensão e o prestígio social.
Tomamos como base desse estudo em nossa região onde não se faz diferente do país e do mundo, as classes sociais são separadas por poder aquisitivo é uma verdadeira discriminação para as classes menos favorecidas.
As aquisições de bens levam pessoas a se tornarem aceitas na sociedade e se destacarem com nomes e sobrenomes. As classes menos favorecidas encontram dificuldades no convívio social refletindo no seu jeito simples de viver onde o lucro é substituído por salário para a classe de operários.

 

Após a vizualização da reportagem, fica mais fácil perceber a divisão social, pois o vídeo destaca os conflitos e as conquistas vivenciadas por 3 gerações diferentes.

domingo, 21 de agosto de 2011

Questão de gênero e raça/ etnia: influência religiosa

A unidade II do Módulo II deixa claro no texto nº 05 que a religião possui papel preponderante sobre a questão de gênero. O texto demonstra segundo a visão da historiadora Iníridas Morales, que durante o século XVIII a Igreja Católica, no intuito de subordinar as mulheres à ordem patriarcal vigente, sobretudo as escravas negras, estabeleceu o arquétipo de Maria como modelo a ser seguido, em detrimento da imagem de Eva.
                                   Mulher orando à lareira de José de Almeida e Silva

Há vários debates em torno desse assunto. Podemos, por exemplo, analisar o livro de Sandra Duarte de Souza datado do ano de 2007, intitulado “Gênero e Religião no Brasil: Ensaios Feministas”, no qual pesquisadoras brasileiras analisam a relação de gênero e religião a partir de diversas áreas do conhecimento. Clique aqui  para acessar o fichamento.
No site scielo.br, há um texto científico denominado “Revista Mandrágora: gênero e religião nos estudos feministas”, que aborda de forma sistemática os questionamentos latentes sobre a intrínseca ligação entre a questão de gênero e religião sob autoria de Sandra Duarte de Souza.
Na internet há um vídeo (clique aqui), no qual a palestrante Valéria Melki Busin, Psicóloga, explana o tema violência simbólica correlacionando com a questão de gênero, diversidade sexual e raça/ etnia com a religião.

Devemos analisar criticamente todas as imposições advindas de instituições sedentas por dominação e poder. Devemos estar conscientes quanto à necessidade de lutar por nossos direitos, enquanto seres cognitivos, pois possuímos a capacidade de galgar conquistas importantes para avançar sobre o inteligível, ou seja, sobre a questão de gênero e raça/etnia.

domingo, 14 de agosto de 2011

Entrevista com Markus Passalini falando sobre o Movimento LGBT.

A entrevista audiovisual que segue abaixo nos foi concedida por Markus Passalini, homossexual residente no município de Bom Jesus do Norte/ES. E que nos apresenta um pouco das dificuldades em se ter ou criar um movimento LGBT nas cidades interiorana, como é o caso de Bom Jesus do Norte.

Fonte: Grupo 04 Bom Jesus do Norte.

Considera-se sexualidade as diversas formas, jeitos, maneiras que as pessoas buscam para obter ou expressar prazer, é basicamente a busca do prazer humano em suas diversas formas. A ideia de prazer irá variar de pessoa para pessoa, levando em conta a realidade de cada indivíduo. Quando uma pessoa está sentindo prazer, ela está vivenciando a sua sexualidade, um dos aspectos da sexualidade humana está relacionado à sua orientação sexual, ela diz respeito à atração que se sente por outros indivíduos, envolvendo questões sentimentais, e não somente sexuais. Atualmente usamos o termo homoafetividade para compreender e denominar as relações existentes entre pessoas do mesmo sexo. A busca pela identidade sexual quando se refere a homossexuais ainda é tema de muito preconceito, pois esta opção foge aos padrões estabelecidos pela sociedade, daí a dificuldade para que as pessoas que vivenciam esta orientação sexual tenham concretude em seus movimentos reivindicatórios, como afirma o Sr. Markus Passalini em sua entrevista. Estamos numa sociedade imbuída de preconceitos, o que dificulta a solidificação do movimento.